Educação

Ando aprendendo a morrer
Ao fito de que os ídolos quotidianos adormeçam
E que desperte o tempo dos corpos
Para que estes se entendam como espírito
E na escuridão do mundo
Silenciem o averso do ser.

Tags: , ,

Categoria: Artes e Letras, Poesias

Sobre o(a) Autor(a) ()

Estudante de Filosofia (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE), tenho paixão pelo mundo. Busco conhecer a vida em seus mais íntimos aspectos: desde a origem do primeiro ser ao que está se desenvolvendo no imensurável circulo existencial. Prezo pela comunicação afetiva e verdadeira e, através de tais encantos, vivencio a Palavra em seus mais profundos aspectos, isto é, o conhecer e o comunicar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 × 3 =

Pular para a barra de ferramentas