Sonhos

Precisamos nos envergonhar dos nossos sonhos,
Eles nos destroem quando despertam
E põem à massa a nossa vergonha.

Sem o sono, linguagem alguma é Lei,
Sem o medo, o homem é como uma Libra,
Sendo, em seu íntimo, uma vontade cega.

Não podemos dar ouvidos às nossas suspeitas;
No fim, no início, à dormência dos nossos sonhos,
Fomos feitos das narrativas que nos contaram.

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Categoria: Poesias

Sobre o(a) Autor(a) ()

Estudante de Filosofia (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE), tenho paixão pelo mundo. Busco conhecer a vida em seus mais íntimos aspectos: desde a origem do primeiro ser ao que está se desenvolvendo no imensurável circulo existencial. Prezo pela comunicação afetiva e verdadeira e, através de tais encantos, vivencio a Palavra em seus mais profundos aspectos, isto é, o conhecer e o comunicar.

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