Natalia Cruz Sulman

Estudante de Filosofia (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE), tenho paixão pelo mundo. Busco conhecer a vida em seus mais íntimos aspectos: desde a origem do primeiro ser ao que está se desenvolvendo no imensurável circulo existencial. Prezo pela comunicação afetiva e verdadeira e, através de tais encantos, vivencio a Palavra em seus mais profundos aspectos, isto é, o conhecer e o comunicar.

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Natalia Cruz Sulman: Suas Últimas Postagens

O razoável e o racional em John Rawls

John Rawls, em sua Conferência II sobre O Liberalismo Político, discorre sobre As capacidades dos cidadãos e suas representações, tratando, nessa temática, de como indivíduos razoáveis fundamentam um pacto de convivência, cujo fim é tornar harmônica a diversidade de doutrinas razoáveis proferidas pelos cidadãos, encontrando assim um consenso sobreposto acima de toda e qualquer diferença […]

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É hora d’a filosofia ouvir

É hora d’a filosofia ouvir É momento d’o filósofo sentir E não mais ser o Sr. sentado no gabinete. Não há mais espaço Para que o filósofo seja senhor de si, Agora há muitas outras forças; Como a d’o senhorzinho que cozinha alface, D’a virtude de quem larga o cigarro, D’a determinação de um santo. […]

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Diretório Acadêmico posiciona-se contra o fim da obrigatoriedade do ensino de filosofia nas escolas

O Diretório Acadêmico de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco (DAFil-UFPE), com o apoio de professores e estudantes sobretudo da UFPE e UFRPE [1], promoveu nesta terça-feira, 27, uma assembléia sobre o fim da obrigatoriedade de filosofia no ensino médio, posicionando-se contra a Medida Provisória (MP) anunciada pelo governo de Michel Temer na quinta-feira passada […]

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Estou

Vivendo na angústia dos que foram alienados No mundo onde todo conhecimento é ferramenta E toda filosofia tem um pouco de corpo e poder . Andando sobre as estradas sem sal e sem mar De quem percorre o caminho pelo soldo dos donos Que compraram suas terras mercando o testamento de Adão Não encontrei um homem sequer […]

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O conceito de Logos em Heidegger

Uma das propostas fundamentais de Heidegger é desobstruir a polissemia do conceito de logos. Eis como, à sua maneira, a filosofia heideggeriana se volta à anterioridade do logos apofântico[1] que, ao contrário de vislumbrar o ser simplesmente dado (vorhanden), se atenta ao contexto de cada coisa em sua relação com a totalidade. O sujeito então […]

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Sermão sobre o conhecimento e a ignorância

Sermão sobre o conhecimento e a ignorância

Este escrito é obra do Abade francês Bernardo de Claraval (1090-1153) que, interessado pelo “saber viver”, se propõe a falar de duas ignorâncias: a ignorância de si mesmo e a ignorância de Deus. A versão publicada aqui é um resumo do mesmo. O conhecimento das letras é bom para a instrução, mas o conhecimento da […]

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Sonhos

Precisamos nos envergonhar dos nossos sonhos, Eles nos destroem quando despertam E põem à massa a nossa vergonha. Sem o sono, linguagem alguma é Lei, Sem o medo, o homem é como uma Libra, Sendo, em seu íntimo, uma vontade cega. Não podemos dar ouvidos às nossas suspeitas; No fim, no início, à dormência dos nossos sonhos, Fomos feitos das narrativas […]

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A teologia antropológica e a filosofia do futuro de Feuerbach

A teologia antropológica e a filosofia do futuro de Feuerbach

Apêndice d’Essência do Cristianismo: “O meu livro contém, disse-o acima, o princípio desenvolvido in concreto de uma filosofia nova, não dirigida à escola, mas ao homem.” Na grande Heidelberg, situada no vale do rio Neckar, na Alemanha, o jovem Feuerbach, tendo sido educado no protestantismo, concluiu seu curso de Teologia, mas adiante, detendo-se à Filosofia, veio a […]

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Educação

Ando aprendendo a morrer Ao fito de que os ídolos quotidianos adormeçam E que desperte o tempo dos corpos Para que estes se entendam como espírito E na escuridão do mundo Silenciem o averso do ser.

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Pessimismo

Agora começo a hinear o agora, pois somente neste instante, posso suprassumir a contradição Existente no pessimismo que invade o meu ser, em atos, palavras e pensamentos, E, agora mesmo, deixo-me a ver o despertar d’outro modo de ser que decerto desfalecerá. O ser fenomênico cairá por terra num momento outro, distante, contudo, já antecipado […]

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