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Nós

Nós que aqui somos cartas, como cartas nos somos e como cartas somos nós. Nestas cartas que somos, nelas somos cartas e somos nós também. Tão bem nós cartas somos das cartas que somos nós, que somos nós nas cartas das cartas em nós. Sim, nós cartas e nós nas cartas, nas cartas damos e […]

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Assujeitamento manifesto

| 22/06/2016 | 1 Comentário

Este é meu primeiro manifesto público; o primeiro momento em que expresso a curiosidade diante de tantas vontades autosilenciadas, perante algum número absurdo de sujeitos que desconheço, mas que se sujeitam às minhas palavras desditosas, recém boquiabertas. É curioso manifestar-me somente agora, quando desde sempre tenho a vontade, a pulsão, a existência, a possibilidade e […]

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Carta n. 6

17 de abril de 2016 Meu ermo bem De um amigo não posso esperar atitude outra senão aquela que envolve a amizade, isto é, segundo penso, o cuidado, o afeto, a lealdade, o amor criativo, caridoso e filial. A virtude do amigo é ser, em primeiro lugar, a si mesmo, lembrando-se de que é homem, um […]

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Carta n. 5

Recife, 03 de novembro de 2015. Caro leitor, Ando pensando em como é difícil estudar algo isoladamente. Já parou pra pensar que até mesmo a metafísica não se dissocia da política? Se levarmos em consideração que liberdade é um conceito metafísico e esse está muito presente nos discursos políticos, é impossível isolar uma área do […]

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Carta n. 4

Recife, 03 de novembro de 2015 Caro amigo, Imagino o quanto sabes de minha prisão em busca do mundo invisível negando ao meu ser a frontal participação da realidade das tantas coisas que aqui vemos e vivenciamos. Ao acordar nesta manhã pensei na discussão que tivemos acerca de minha participação política no país ou, utilizando-me […]

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Carta n. 2

03 de setembro de 2015 Caro amigo Ismar, Refrescarei em tua memória aquilo que tu estavas a me dizer mais cedo. Reclamavas por, em pleno séc. XXI, conceber a ideia de ira de Deus. Mas de que falo senão de tabus linguísticos sobre Deus? Bem falei a ti não estar falando de força ditadora alguma, […]

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Carta n. 1

30 de agosto de 2015 Meu amigo, Um sopro sem vida assustou meu coração quando, em nossa última conversa, falaste do nascimento de teu sofrimento já na gênese de tua existência; “como é possível a alguém sofrer desde sempre?”, perguntaste. Tomei as tuas dores para mim como faz um amigo devoto de amor, ardeu intimamente meu […]

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