RSSArtes e Letras

Hino

O estado de graça do homem É sempre e para sempre Fintar a morte com júbilo; Como se pensar no exício fosse Respirar sem a incidência do lugar Sem o cuidado do pensamento mundano; Como se a lembrança da morte fosse Clamar a cruz de quem um dia viveu Crendo que no íntimo do mundo A morte é o estar preparado para […]

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The Name Calling Apes

This is a tale of the name calling apes. These are a bunch of apes pretending that they are ‘human’. The point of our tale is: none of the apes has the slightest clue of what a ‘human’ is or even how a ‘human’ looks. Let’s look at it in this way: if one of […]

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Nós

Nós que aqui somos cartas, como cartas nos somos e como cartas somos nós. Nestas cartas que somos, nelas somos cartas e somos nós também. Tão bem nós cartas somos das cartas que somos nós, que somos nós nas cartas das cartas em nós. Sim, nós cartas e nós nas cartas, nas cartas damos e […]

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Confissão Primeira

Em homenagem a Santo Agostinho, que no ano 430 morreu na mesma data que marcou este domingo (28 de agosto), decido fazer uma confissão virtual acerca do meu dia. São 03:13 da manhã e, em renúncia provisória do meu sono, ainda não dormi por estudar para um projeto de pesquisa. Confesso que 24 horas não […]

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Em copo e em corpo

Agorinha vi um Amarelo irradiando-se pelos cervejaris, Algo entre o Azul e o Preto fintando adeus ao sol, Algo que, porventura, manteve tod’o bar escuro, Onde sequer pude ver o Ser andando acolá. Eis que, numa situação hiper-problemática, Sem sequer saber se meu copo estava meio cheio, Sem sequer saber se meu corpo estava meio […]

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Ser e Tempo

o Ser, por ser mais impetuoso que o inglês Being, e o Tempo, por triunfar sobre a poética do Time, faz a língua portuguesa alguma vez sem ter ciência-de ser salva pela ôntica do Heidegger

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O ápice da árvore

Ao atingir o ápice da árvore, cordas murcharam-se como folhas no outono. Então a inercia da história abriu abismos de luzes obscuras E esqueceu-se o espanto do aí O caos simulou-se ordenado. O hades fulminou a archê do ethos A aleteia do meio mediocrizou-se Poesia e prosa já não mais conviviam. Poderá algum fênix ressurgir e com […]

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O meu “teorema do macaco infinito”

Segundo o teorema do macaco infinito, “um macaco batendo ao acaso nas teclas de uma máquina de escrever ao longo de uma quantidade de tempo infinita quase certamente iria produzir um determinado texto, tal como as obras completas de William Shakespeare.” And there it goes. Não é o meu objetivo aqui ficar a discutir a validade […]

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Flor do Uno

| 11/08/2016 | 1 Comentário

Exala como a Flor A ontofania da luz O belo, a alma e o almiscar que exala e que procede porém que não se cria. Exala Exala da tua essência e se impregna no todo da lembrança, nos meus olhos. Você, a flor do Uno minhas reminiscências, suas Enéadas.

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Ataraxia

O melhor em se viver É praticar a morte ainda em vida Pois, melhor do que estimular um corpo, É não padecer de paixão alguma. O Prazer-vão é sempre um embate político; Um alívio do peso de existir, Uma promessa de jornal, Um totem de Direito, Uma ignorância [de que cada movimento vem d’um vício]. […]

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