RSSEspiritualidade

A intelectual disciplina do corpo segundo Sertillanges

Este escrito corresponde ao cap. IV da obra “A Vida Intelectual” de A. D. Sertillanges, redigida originalmente em 1920. A obra, em suma, é uma manual prático que permite ensinamentos profundos e orientações para a vida de quem deseja estudar com excelência e virtude.  Como já dissemos, a doutrina do composto humano opõe-se à dissociação das funções espirituais […]

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Duas perspectivas para lidar com a morte

| 06/03/2016 | 0 Comentários

“τοτε λεγει αυτοις περιλυπος εστιν η ψυχη μου εως θανατου” (Disse-lhes, então: Minha alma está triste até a morte.”) Jesus [ Mt 26.38] “Todavia, chegou a hora de partir: eu para a morte, e vós, ao  contrário, para a vida.” Sócrates [Platão, Apologia de Sócrates] Temer a morte é da natureza de todos os viventes […]

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Princípios do cuidado de si

A amizade se desenvolve em conformidade com a presença e a intimidade dos homens quando estes assentam a companhia mútua; não é possível ser amigo de um homem em completa solidão. O amor é fruto da alegria daqueles que conhecem a beatitude e o cuidado de si para então cuidar do outro; não se deve […]

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O mito de Herácles

“Héracles não é com certeza uma criação grega que expresse os ideais do espírito dórico. As suas origens escondem-se nos alvores do tempo e o seu carácter de figura pan-helénica recua pelo menos até aos tempos micénicos”, comenta  Burkert (W., 1993, 405-406). Ora, apesar de não ser propriamente o herói típico dos poemas homéricos, “pois a […]

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O alfabeto hebraico

O alfabeto hebraico

Composto por 22 letras, no Alef-Beit hebraico, que foi criado por volta do século III a.C., há um simbolismo associado à grafia de cada uma de suas letras. Todas elas consoantes, são consideradas energias vivas à mente e aos olhos humanos. Quando se encontram no final das palavras, cinco delas se transformam. Por conseguinte, 27 realidades arquitetam […]

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A filosofia da natureza na Idade Média

A filosofia da natureza na Idade Média

Alguns historiadores partem do pressuposto de que o medievo evidenciou os pressupostos metafísicos e éticos da cristandade suprassumindo assim a investigação grega acerca da physis. Contudo, embora o cerne do pensamento cristão não fosse a physis, uma vez que seu fim era justificar o sobrenatural e a possibilidade do milagre a partir da potência absoluta […]

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Os caminhos do budismo: Do dhammapada ao Nirvana

Os caminhos do budismo: Do dhammapada ao Nirvana

O dhammapada O Dhammapada é um corpo da teoria ética e estética reconhecido como a expressão mais sucinta dos ensinamentos do Buda. Segundo o escrito, o caminho da sabedoria leva o homem não apenas à felicidade em sua vida, mas também à cessação do renascimento e da ignorância; enquanto isso a ignorância traz o sofrimento no agora e no futuro, aprisiona o […]

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A alimentação como um condutor ético

Pensando acerca da ética em seu sentido mais profundo, ou seja, atribuindo seu valor não num compêndio de teorias, mas no exercício da virtude, pensei na boa alimentação enquanto um condutor ético. Afinal, assim como disse Edgar Morin em 1999, nossas atividades biológicas mais elementares – incluindo aqui o ato de comer – estão estreitamente […]

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A Douta Ignorância Cusana:  Do máximo absoluto à sua contração

A Douta Ignorância Cusana: Do máximo absoluto à sua contração

Através da realização de um breve levantamento da teologia medieval melhor podemos chegar ao cerne da filosofia de Nicolau de Cusa, um dos pensadores mais importantes do século XV. A Idade Média foi responsável por sintetizar as concepções gregas acerca da natureza e realizar algo similar a uma instrumentação de conhecimento sobre a teologia romana […]

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Santo Anselmo: Argumento ontológico para a existência de Deus

Santo Anselmo: Argumento ontológico para a existência de Deus

Efetivamente nós cremos que Vós sois um ser maior do que qualquer outro que possamos conceber […] e portanto não pode existir somente no entendimento. Com efeito, suponha que ele exista somente no entendimento; mas então ele pode ser concebido como existindo também na realidade, [caso contrário ele não seria o que delimita sua definição]. […]. […]

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