Tag: Felicidade

Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

G. K. Chesterton, embora tenha vivido num momento histórico cujo império das opiniões circundava a praticidade antimetafísica, encontrou um direcionamento oposto à Modernidade, a saber, o seio da tradição cristã. Na sua busca, em primeiro lugar, ele intuiu que este mundo é incapaz de explicar-se. Em segundo, passou a acreditar que o sobrenatural tem algum significado, e que isso […]

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Por que (não) é preciso ser feliz consigo antes de namorar

Por que (não) é preciso ser feliz consigo antes de namorar

| 17/07/2016 | 4 Comentários

Tenho lido muito da geração new age o juízo de que antes de entrar num relacionamento é preciso ser feliz sozinho. Comecei então a perceber que a felicidade se tornou hoje uma espécie de imperativo subjetivo e solitário: se você aceitar seu corpo tal como ele é, se cuidar da sua saúde, se reconhecer e amar suas qualidades e defeitos, se […]

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Sobre o árduo exercício de demarcar o que é Filosofia

| 16/02/2016 | 4 Comentários

Faz um tempo que comecei a crer na importância de delimitar a palavra “filosofia” a uma descrição objetiva. Afinal, quando alguém opta pela graduação em Filosofia, o mínimo que se espera é que o graduando saiba definir o que ele está estudando. Evidentemente, como ocorre com a maior parte dos aspirantes dessa área, a primeira […]

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Demócrito e o atomismo clássico

Demócrito e o atomismo clássico

Embora hoje o atomismo seja conhecido como uma doutrina física e química, seguramente seu estudo teve um preâmbulo filosófico, ou seja, não foi “cientificamente“ que seus fundadores – Leucipo (±490/460-420 a.C.) e Demócrito de Abdera (±460-360 a.C.) – sustaram os componentes últimos da matéria enquanto corpúsculos indivisíveis, em movimento num vazio infinito. Se quisermos uma demonstração disso, podemos recorrer a Aristóteles, pensador que […]

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Laboratório de Filosofia Antiga: Plotino, Enéada III.8 [30]

Comprometi-me a apresentar no Laboratório de Filosofia Antiga o pensamento de Plotino, razão pela qual meus pensamentos voltaram a se debruçar diante de tão curioso filósofo. Por dias pensei repetidas vezes no que poderia ser dito acerca de um sapiente neoplatônico tal como foi Plotino. A respeito de quê poderei discursar?, pensei. Falar de Plotino não é tarefa fácil, quem o […]

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As inquietações humanas representadas na arte de Bosch

As inquietações humanas representadas na arte de Bosch

A arte sempre foi um meio para a conscientização das idéias e dos interesses mais nobres do espírito. Foi nas obras artísticas que os povos depuseram as concepções mais altas, onde as exprimiram e as conscientizaram, disse Hegel. A filosofia hegeliana mostra a arte como uma forma de linguagem humana que nos propicia a decifrar os segredos dos povos […]

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O discernimento (phronesis) como condutor ético

O discernimento (phronesis) como condutor ético

Não deixar interferir o seu estado emotivo em função do agir com o outro de certo é um exercício bastante difícil, quiçá impossível. Entretanto vejo que quanto mais se deixa as insatisfações pessoais tomarem conta do comportamento em relação ao outro mais preso em si o indivíduo se encontra. A solução disto, ao meu ver, não […]

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A felicidade no Livre Arbítrio Agostiniano

A felicidade no Livre Arbítrio Agostiniano

A Vida Feliz (386 d.C.) é evidentemente a obra de Santo Agostinho mais conhecida acerca da felicidade. Todavia o filósofo de Hipona está sempre retomando o conteúdo nela expresso por pensar ser o caminho para a virtude, impreterivelmente presente na vida cristã, também a passagem para a felicidade. Felicitar-se é uma determinação da boa vontade, sendo essa principiada pelo Livre Arbítrio (395 d.C.). É a vontade que pode […]

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A Multiplicação Indesejada

A Multiplicação Indesejada

Há uma multiplicação que ocorreu na época de Jesus de Nazaré, porém não veio para saciar a fome como a multiplicação dos pães e peixes. Este indesejado fato dura até nossos dias e cresce a cada dia com o intuito de aumentar o sofrimento humano. Começou quando Jesus agonizava na cruz em sacrifício para que […]

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Carta n. 1

30 de agosto de 2015 Meu amigo, Um sopro sem vida assustou meu coração quando, em nossa última conversa, falaste do nascimento de teu sofrimento já na gênese de tua existência; “como é possível a alguém sofrer desde sempre?”, perguntaste. Tomei as tuas dores para mim como faz um amigo devoto de amor, ardeu intimamente meu […]

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