Tag: Friedrich W. Nietzsche

Qual a relação entre a crise da Metafísica e a vida?

Qual a relação entre a crise da Metafísica e a vida?

O fio condutor para relacionar a crise da Metafísica com a vida está na narrativa do Crepúsculo dos Ídolos, segundo a qual não é preciso dispor de forças reativas para teorizar em favor do declínio do suprassensível – para isso, de forma genealógica, basta narrar a própria história da Metafísica. Pois bem, segundo Nietzsche, ela começa com […]

Continue Lendo

Guerra à filosofia do talvez

Guerra à filosofia do talvez

Nietzsche é elogiado por uma multidão de jovens e homens imaturos; não porque ele é um filósofo verdadeiro, mas porque é um poeta sedutor. Ele seduz os corações enfermos; os corações que se encontram diante do Abismo, sendo este abismo um dos maiores ídolos que o homem imaginou após a queda. O abismo sim é […]

Continue Lendo

Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

G. K. Chesterton, embora tenha vivido num momento histórico cujo império das opiniões circundava a praticidade antimetafísica, encontrou um direcionamento oposto à Modernidade, a saber, o seio da tradição cristã. Na sua busca, em primeiro lugar, ele intuiu que este mundo é incapaz de explicar-se. Em segundo, passou a acreditar que o sobrenatural tem algum significado, e que isso […]

Continue Lendo

O ensino de filosofia no Brasil

No texto Crítica de alguns lugares-comuns ao se pensar a filosofia no Ensino Médio, Sílvio Gallo e Walter Kohan introduzem como o Brasil tem uma débil tradição no que concerne ao ensino de filosofia no nível médio. Em suma, dizem os autores, desde sua implantação no século XVI, a filosofia foi ensinada de forma dogmática, […]

Continue Lendo

Uma interpretação deleuziana de Nietzsche

Uma interpretação deleuziana de Nietzsche

Em sua obra Nietzsche e a Filosofia, Deleuze destaca que o projeto mais geral no pensamento nietzschiano consiste em introduzir na filosofia os conceitos de sentido e de valor de modo tal que o pensamento enfim se torne uma crítica. Crítica esta que avalia o valor dos valores, ou melhor, o problema da criação desses valores. Com […]

Continue Lendo

“Filosofar não cabe no lattes”

A começar pelo rumo das pesquisas acadêmicas hoje, o maior paradoxo da Universidade na Filosofia e nas ciências em geral é que ela trai a confiança do pensamento – ou mais propriamente do indivíduo que pensa – à medida em que se torna dependente do patrocínio e reconhecimento dos instrumentos do Estado tanto quanto se torna estéril sem […]

Continue Lendo

“Os filósofos são pessoas à parte e estranhas”

Não basta o título deste escrito, é preciso salientar novamente o que Pierre Hadot manifestou com êxito em determinada sexta-feira de 1983: “Os filósofos então são pessoas à parte e estranhas“. E ele disse mais: A filosofia está em toda parte, nos discursos, nos romances, na poesia, na ciência, até mesmo na arte; “todavia, é […]

Continue Lendo

Sobre o árduo exercício de demarcar o que é Filosofia

| 16/02/2016 | 4 Comentários

Faz um tempo que comecei a crer na importância de delimitar a palavra “filosofia” a uma descrição objetiva. Afinal, quando alguém opta pela graduação em Filosofia, o mínimo que se espera é que o graduando saiba definir o que ele está estudando. Evidentemente, como ocorre com a maior parte dos aspirantes dessa área, a primeira […]

Continue Lendo

A filosofia em Star Wars

| 08/01/2016 | 4 Comentários

O objetivo deste escrito não é traçar um perfil apurado ou filosoficamente originário dos personagens de Star Wars, mas sim associar, de forma livre e divertida, os personagens a uma linha de pensamento. Serve mais como um método interessante de aprender e fixar os conceitos. OBI-WAN KENOBI Obi-Wan é um Mestre Jedi que se exilou […]

Continue Lendo

A Genealogia da Moral: Do devir de valores e de seu rebento

A Genealogia da Moral: Do devir de valores e de seu rebento

| 16/10/2015 | 0 Comentários

A moral é a decisão sobre como viver, portanto, exige o estabelecimento de valores. Todavia, por muito tempo, os homens entenderam os conceitos como eternos, imutáveis, bons por si mesmos; exerceram o que Nietzsche chamava de “egipcismo”: a tentativa de transformar as ideias em múmias, de conservá-las, de mumificar a sua valorização. Consideramos, pois, a […]

Continue Lendo

Pular para a barra de ferramentas